Verão histórico coloca granjas de avicultura em risco

aves1As expectativas de um verão recorde, aliadas a fenômenos do El Niño para o verão 2015-2016, são um fator de preocupação e alto risco para as granjas de avicultura em todo o Brasil, uma vez que o calor extremo compromete o desempenho dos animais e aumenta significativamente os índices de mortalidade.

Soma-se a isso o fato que de há um alto número de granjas brasileiras que não possuem sistemas de climatização, o que poderia mitigar parcialmente esta onda de calor e seus impactos.

Diante das previsão de um dos verões mais quentes da história do nosso país, a avicultura tende a sofrer com as mudanças climáticas. Com temperaturas que podem ultrapassar os 40°C, os meteorologistas preveem que os termômetros possam atingir até 4°C acima da média em todo o país.

E, como a primavera registrou calor intenso em diversas regiões, é necessário se preparar para temperaturas ainda mais altas. Isso ocorre devido ao aquecimento global e ao intenso fenômeno El Niño, que de acordo com a Organização Meteorológica Mundial é um dos quatro mais quentes dos últimos 65 anos.

aves3Como os animais adultos são sensíveis a altas temperaturas e apresentam elevada mortalidade acima de 38°C de temperatura ambiente, o estresse térmico é responsável por grandes perdas no rendimento de francos, impactando em aumento da mortalidade e redução do peso corporal, além de queda no consumo e, por consequência, queda na produtividade.

Mesmo o avicultor que já possui as instalações adequadas, deve ter atenção a este ponto, uma vez que a matriz energética de nosso país está amplamente comprometida, e a correta ambiência das granjas depende do fornecimento energético correto.

Fica então a questão: como os avicultores podem se preparar e reagir a essas altas temperaturas? Como atuar preventivamente para reduzir as perdas financeiras?

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